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O Fundamento de Nossa Esperança

Desde que ouvimos a vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes a todos os santos, pela esperança que vos é preservada nos céus (Cl 1: 4-5).

A fé repousa sobre o passado, o amor trabalha no presente e a esperança aponta para o futuro. Esses três constituem a verdadeira vida cristã e não devem ser desprezados. Somos capazes de enfatizar a fé e o amor e esquecer a esperança, mas, na medida em que a esperança está invariavelmente ligada à vinda do Senhor, essa bendita esperança (Tito 2:13) é uma parte vital de nossa vida cristã. A fé aceita, a esperança espera; a fé se apropria, a esperança antecipa; a fé recebe, a esperança percebe. Nós sabemos que a fé vem pelo ouvir; descobrimos que a esperança vem pela experiência. A forma mais elevada que o objeto de nossa esperança assume é a Esperança da Glória de Deus. Esta é a coroa de glória que Ele prometeu aos que o amam. Nada menos do que isso, e não como uma possibilidade, mas como uma certeza. Os fundamentos de nossas esperanças terrenas são, na maioria, possibilidades ou, probabilidades. Portanto, nossas esperanças terrenas variam indefinidamente em firmeza e substância. Às vezes, são desejos que se tornam confiantes, no mais, há riscos neles.

Mas é possível para nós o construir sobre a rocha, ter um futuro tão certo quanto o nosso passado, e isso seguramente fazemos quando tomamos a esperança do Evangelho para nós, veja Paulo nos proclamando: ‘Cristo, que é a nossa esperança’, ou ‘Cristo em você, a esperança da glória’. Se a nossa fé apreender Jesus Cristo ressuscitado dos mortos e para nós entrou no estado celestial como nosso precursor, a nossa esperança vai ver nele o padrão e o penhor da nossa existência, e vai começar a experimentar mesmo aqui e agora. O Evangelho expõe os fatos concernentes a Cristo, os quais garantem plenamente e exigem imperativamente que o consideremos como o perfeito ideal realizado da humanidade como Deus quis que fosse, e como tendo em si mesmo o poder de fazer todos os homens como Ele é. Ele entrou na comunhão de nossa humilhação e se tornou carne de nossa carne para que pudéssemos nos tornar vida de sua vida. Tão certo como é que nós temos a imagem do terreno, nós também levaremos a imagem do celestial. A esperança do Evangelho é firme o suficiente para repousar sobre tudo, por duas coisas imutáveis ​​nas quais é impossível que Deus minta, seu conselho e seu juramento. Chamada de segura e firme, essa esperança repousa no caráter do próprio Deus. É aquilo que Deus “prometeu antes que o mundo existisse”: está trabalhando para o mundo enquanto existe, e realizará quando o mundo não existir mais. Ele deu a conhecer o seu propósito e prometeu sua realização. Certamente, nesta base rochosa, podemos estar seguros. Essa esperança não é ilusão; não vem da imaginação. Temos uma certeza sólida, a esperança que é através da graça é a plena certeza da esperança da glória. Abençoado 2019.

Rev. Marcelo Mauricio

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